Eu confesso que estava com saudade de fazer um episódio solo. Entenda bem... eu fico feliz de poder contar com amigos e seus podcasts para juntos criarmos um conteúdo bacana e interessante para você.

Fazer o podcast Um Papo Qualquer é um grande prazer para mim. Adoraria que fosse um meio para ganhar a vida, mas tenho consciência que isto ainda é apenas uma boa ideia.

Ouvir (ou mesmo criar) podcasts deveria ser uma prática mais disseminada, não concorda?

Seja como for, hoje eu retorno às origens. Um episódio solo... um papo entre você e eu...

Para este episódio, separei dois temas... no primeiro deles eu converso com você sobre o futuro das revistas em quadrinhos da Disney aqui no Brasil. Ao que parece, a Abril deixará de publicar os adoráveis gibis da família dos patos.

O outro tema é algo diferente... eu instalei a atualização copa do mundo para o FIFA'18 no meu console e joguei uma copa do mundo inteira nele. Gravei o vídeo do gameplay e resolvi contar a história ficcional daquela copa que disputei.

Espero que você se divirta!

Deixe sua opinião nos comentários ou nas redes sociais, combinado?

Um grande abraço!

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Olá! Vida longa e próspera…

O universo criado pela franquia Star Trek é vasto. Seus roteiristas abordaram o presente, o passado e até mesmo um futuro alternativo. Star Trek não vive somente de capitão Kirk ou então de Spock, ou ainda da nave Enterprise.

Ali você encontra outras civilizações, culturas, filosofias. Existe a guerra, a paz, o conflito pelo poder, a ganância, todos os males da sociedade, desta vez vistos em escala interplanetária.

Neste episódio, trouxe um pouco das séries que vi deste vasto universo e fui audaciosamente aonde nenhum podcaster esteve antes…

Bom… isso não é verdade… mas é uma bela frase de efeito, não acha?

Então, aproveite o novo episódio e divirta-se! E não se esqueça de compartilhar com seus amigos!

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A música por si só é uma linguagem. Eu até me atrevo a dizer que é uma linguagem universal.

E como toda linguagem, suas “palavras” (entre aspas) existe e variam em signo e significado... Poderíamos dizer que os estilos musicais funcionam como dialetos desta língua chamada música.

A música cria em nosso imaginário uma série de sentimentos... alegria, nostalgia, tristeza, raiva, angústia. Ouvir música é relativamente fácil... entender aquilo que ela nos transmite é um problema um pouco maior...

Não sou músico... não sou um linguista. Apenas um apreciador de boa música. E isto tem que ficar bem claro.

No episódio de hoje falaremos de música... mas é um assunto tão cativante que não dá para somente eu conversar com você.

E é por isso que hoje, temos um convidado em nossa conversa. Nosso amigo e colaborador no site do UBQ, Júnior Ferreira. Alguém que, assim como eu e você, gosta de boa música.

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A mentira é uma afirmação dita por alguém que de alguma forma sabemos que é falsa. É negar aquilo que é verdadeiro. Contar uma mentira significa que estamos enganando, iludindo, ludibriando alguém.

O problema é que nem sempre uma mentira é descoberta. E enquanto ninguém descobre sua falsidade ela é legitimamente verdadeira. Ou pelo menos alegadamente verdadeira.

No folclore popular dizem que uma mentira se torna verdade a partir do momento em que se acredita nela. Na história, Joseph Goebbels, ministro da propaganda nazista durante o governo totalitário de Adolf Hitler afirmou que uma mentira contada 1000 vezes se torna uma verdade.

Estamos vivendo algo que alguns chamam de “a era da pós-verdade”. Um tempo em que o que é falado, publicado, escrito, transmitido pode não ser a fiel verdade, mas talvez uma distorção muito bem elaborada que parece uma verdade.

E o nosso problema é que está cada vez mais difícil perceber quem está falando a verdade. Pior... é mais difícil ainda perceber que está mentindo.

Em tempos de mundo globalizado, isto ganha proporções enormes. Surgem as notícias e fatos que são bem duvidosos, mas que por conta da forma como são mostradas ou como são transmitidas, adquirem certo grau de confiabilidade.

Quando na verdade, não são nada confiáveis.

E o pior ainda está por vir... porque as vezes o que queremos que seja a verdade é a mentira. E não o contrário.

Verdade ou não, esta história de disseminar conteúdo de origem duvidosa (para não dizer mentirosa) se tornou um fenômeno do nosso cotidiano e ganhou um nome: as pessoas começaram a chamar isso de Fake News... o assunto desta papo qualquer.

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Quando eu comecei este projeto para contar a história das copas, eu sabia que seria algo grande. Bem grande.

E mesmo antes de gravar o primeiro programa, eu estava disposto a produzir e editar todo o conteúdo... Sozinho, se necessário. Mas torcendo para alguém se empolgar – assim como eu me empolguei – em contar esta bela história do futebol.

Apresentei o primeiro episódio, divulguei por aí em grupos de podcasters e estava à procura de outros malucos bem-intencionados como eu para trabalhar junto comigo nesta empreitada.

O legal disso tudo? Eu achei outros malucos bem-intencionados... e com isso o projeto de contar esta bela história cresceu. A partir do próximo episódio , em colaboração com os podcasts Papo Canela e Apenas 1 Cast, a história das copas será contada não só por mim, mas também pelos amigos Felipe Canela e Sebastian Bondziul, além de convidados que estarão presentes vez ou outra enriquecendo ainda mais a nossa conversa.

A partir de agora você poderá acompanhar esta história parte aqui no Um Papo Qualquer e parte lá no PapoCanela. E nesta nossa tabelinha chegaremos juntos até a copa de 2018 na Rússia.

Hoje, você ainda fica comigo aqui no Um Papo Qualquer para as copas de 1934 e 1938. A partir daí você terá um episódio no Papo Canela e na sequência, um episódio no Um Papo Qualquer.

E desde já, convido você a adicionar em sua lista de favoritos tanto o Papo Canela como o Apenas 1 Cast, pois além deste nosso conteúdo sobre as copas, outros projetos estarão acontecendo por lá. Os links estarão todos lá no post deste episódio, combinado?

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Parte da minha infância, minha adolescência e quase o início da minha vida adulta aconteceu na década de 80.

Foi um período de grandes mudanças culturais e também um período em que descobri parte do mundo que me cerca. Descobri filmes, músicas, desenhos animados, histórias em quadrinhos, mangás, animês, a coleção de playboys do meu irmão, o início da minha própria coleção de playboys...

O que me lembro com muita frequência desta época são as séries de tv que foram transmitidas na época. Aquelas séries de TV que faziam sucesso nos EUA e foram trazidas para cá como enlatados. Provavelmente negociados junto com os pacotes de filmes comprados pelas emissoras.

Por serem encarados como produtos menores, as séries nunca tiveram aqui no Brasil um tratamento respeitável. Não era incomum os episódios serem cortados para se encaixarem na grade horária, ou então exibidos fora de sua ordem cronológica, ou ainda simplesmente interromperem ou mudarem seu horário de exibição sem prévio aviso.

Com isso, dificilmente você conseguiria acompanhar uma série do começo ao fim na década de 80. Ainda não existia por aqui a TV por assinatura, mas ainda assim, foi possível acompanhar algumas das séries desta época.

Confesso que algumas delas ficaram registradas em minha memória emocional e isso não quer dizer que elas eram boas ou ruins. Mas digo a você que de alguma forma elas marcaram época e criaram em mim um sentimento nostálgico bacana.

E eu vou dividir aqui com você as algumas destas séries que me marcaram.

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E começamos o ano com um episódio mais introspectivo. Para você que acompanha meu trabalho, sabe que vez ou outra eu publico alguns conteúdos mais intimistas. Um desabafo, uma reflexão, uma revolta…

Desta vez, quis falar sobre minha insatisfação. De uns tempos para cá eu não tenho me sentido feliz no trabalho. E isso me fez pensar em quais elementos – na minha opinião – são indispensáveis para estar bem no trabalho?

Esta reflexão levou a criação deste episódio que apesar de curto é bem denso em seu conteúdo.

Deixe nos comentários suas impressões… sua opinião, crítica. Ajude-me a entender tudo isto.

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E chegamos ao final da temporada. Nem tudo saiu como o planejado, mas enfim, faz parte do processo. É um episódio que faz um review de tudo o que aconteceu e nos prepara para o ano de 2018.

Aproveito a ocasião para desejar a todos um feliz ano novo.

Feliz 2018!

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O que me fascina na Copa do Mundo – que afinal de contas, é a maior competição esportiva do mundo (não em número de atletas, mas em popularidade) é que ali eu não preciso ser torcedor do time A ou B. Eu posso simplesmente assistir ao jogo e descobrir grandes jogadas, grandes jogadores... onde não importa seu nome, sua cor, sua nacionalidade...

Eu sempre gostei deste aspecto eclético na Copa do Mundo.

E você já deve ter percebido... o papo de hoje será sobre ela... a Copa do Mundo. Sua história e glória e será assunto não só deste episódio, mas de outros também. Porque são 20 edições realizadas ao longo de mais de 80 anos. São oitocentos e trinta e seis partidas oficiais, com dois mil, trezentos e setenta e nove gols marcados...

Hoje vou falar de futebol. Mais especificamente sobre Copa do Mundo... Recentemente, ocorreu o sorteio dos grupos da Copa do Mundo de 2018, que será realizada na Rússia e para mim, este é o pontapé inicial para o evento. Todos os países já estão definidos, todos já sabem quem enfrentará na primeira fase e agora entramos em contagem regressiva.

Por esta razão, resolvi contar aqui no podcast a história das copas, em uma versão revisitada, desde 1930 até 2014. E sei que é um desafio e tanto... muita informação, poucos recursos, mas muita disposição.

Então, hoje eu começo a contar esta história... uma história que continuará em outros episódios. Não vou colocar os episódios em sequência para não cansar você sempre com o mesmo tema. Mas até Junho de 2018 terei tempo disponível para contar esta história com calma e com alguma riqueza de informações.

No papo deste episódio, um pouco da história da copa e a resenha sobre a Copa de 1930, no Uruguai.

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A guerra... A guerra nunca muda...

Com essa simples afirmação, tem início uma das mais belas e bem-sucedidas franquias de jogos eletrônicos de que se tem notícia. É claro que existem outros jogos mais famosos e badalados.

Mas no caso de Fallout, não temos somente o jogo, mas toda uma ambientação histórica e filosófica que torna este jogo, não só apenas mais um vídeo game, mas também uma bela reflexão sobre temas sensíveis...

Eu sou grande fã da série Fallout. Eu já escrevi sobre o jogo anteriormente aqui mesmo no blog. Mas eu queria fazer um podcast para falar este jogo (na verdade sobre o universo ao redor do jogo).

E este episódio é o resultado. Ficou um episódio enorme… quase 51 minutos!

E antes que você pense que eu só falo do jogo, não… falo também das referências culturais que existem por ali.

Acho que valeu a pena… Divirta-se!

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